Sejam Bem-vindos ao Blog da SEFA!

A Seara Espiritualista Falangeiros da Aruanda - SEFA - é uma Organização Religiosa de Umbanda, que traz como base doutrinária a Escola de Caboclo Mirim. Nosso objetivo é seguir os princípios fundamentais da Umbanda e seus ensinamentos na prática da caridade. Nossa Matriz fica no bairro de Piedade, e nossas filiais em Sampaio e Vila Isabel (Rio de Janeiro)

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Dia de Iemanjá


No mês de Fevereiro celebramos uma das forças da Umbanda mais cultuadas, não somente por umbandistas ou candomblecistas, mas pelo povo brasileiro de fé em geral: Iemanjá.

Conhecida como a mãe do Orixás pela tradição africana Iorubá, sua energia está concentrada nos mares, sendo ela considerada a rainha dos oceanos. O Brasil, talvez por ter uma costa marítima tão extensa e milhares de povos que vivem da pesca e dos produtos que o mar nos dá, sempre teve essa proximidade com Iemanjá.

De fato, o culto a Iemanjá tem se tornado cada vez mais popular, sendo comum as procissões terrestres e marítimas, pois muitos pescadores são devotos da Iabá. Esse culto é mais evidente principalmente nos estados do Rio de Janeiro, berço da Umbanda, e da Bahia, santuário do Candomblé, onde o culto à Iemanjá se mistura com as homenagens que a igreja católica faz a Nossa Senhora das Candeias, cuja data é comemorada no dia dois deste mês.

Saravá nossa Mãe Iemanjá! Odociaba!

domingo, 1 de fevereiro de 2015

Atividades de Fevereiro

Atenção, queridos irmãos!

No mês de Fevereiro teremos um pequeno recesso, devido ao período de Carnaval. Mas lembramos que a Casa não fecha no período da Quaresma.


Destaque também para o nosso evento beneficente - 2º GRITO DE CARNAVAL DA SEFA, dia 08. Toda a renda será revertida o terreiro.


Informações: (21) 99266-3786

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

O Poder da palavra


São muitos os irmãos que chegam a um terreiro de Umbanda em busca de uma orientação, na maioria das vezes, em forma de consulta com alguma das entidades. O que se explica é que os irmãos precisam estar atentos àquilo que eles precisam ouvir, e nem sempre é o que eles querem ouvir.
     Aos médiuns, nossos mentores espirituais sempre alertam também para o cuidado com tudo que deve ser dito. Afinal, somos médiuns conscientes ou semiconscientes. Isso porque muitos médiuns ainda não atentaram para o poder que a palavra tem, seja ela falada ou escrita.
      A palavra pode agregar ou separar, fortalecer ou enfraquecer, pode ser doce ou amarga. E isso não depende da palavra a ser dita ou escrita. Depende do que o orador ou escritor carrega consigo ao colocar determinada palavra.
    Certa vez ouvi dizer que a palavra não é independente. E é verdade. A palavra sempre vai depender das cargas emocionais que colocamos no momento em que a dissemos ou escrevemos. Logo a mesma palavra pode externar um sentimento de amor, de admiração, de fraternidade e respeito; mas se mudarmos a nossa carga emocional (e consequentemente nosso padrão vibratório) essa mesma palavra pode vir cheia de raiva, de rancor, de ciúme, de inveja. E o que vai ficar impresso não é a palavra, mas a carga emocional que foi carregada nela quando dita ou escrita.
      Então por que usamos a palavra sempre para expressar nossas insatisfações, ou para apontar o erro dos outros? Quando estamos satisfeitos, poucas vezes agradecemos ou elogiamos alguém. É fato. Os filhos de fé estão acostumados a olhar o mundo apenas pelo seu ponto de vista, mas se esquecem que a nossa visão física é extremamente limitada.
   A palavra deve ser o resultado de um equilíbrio entre pensamento e sentimento, antes de ser escrita o falada. Mas nem sempre fazemos esse exercício. E o resultado disso recairá sobre nós mesmos. O filho que reclama de tudo, esbraveja sem pensar, vai criando um casulo de energias densas e negativas no qual ele mesmo vai se recolher. E o pior, só vai atrair para si outros irmãos que estejam no mesmo padrão vibratório, seja encarnado ou desencarnado.
       Portanto, antes de falar ou escrever algo para alguém, ou sobre alguém, pense e repense quantas vezes forem necessárias. Pois suas palavras podem quebrar um vaso que não mais se consertará. E quando chegarem a um terreiro de Umbanda, venham sempre em busca de boas vibrações, para que, a cada palavra dita, essas vibrações ecoem por toda a corrente. Isso trará um bem estar para todos os irmãos.
                Amor – essa é a palavra da salvação.

CCT Cristiano Queiroz

Tupixaba da Seara Espiritualista Falangeiros da Aruanda


terça-feira, 20 de janeiro de 2015

A energia de Oxossi


Na Umbanda, entendemos que a força dos Orixás está presente nos elementos da natureza. Sendo assim, quando pensamos em Oxossi, logo nos remetemos à energia das matas, das florestas, das plantas e ervas. A flora e a fauna em equilíbrio harmônico para oferecer ao homem aquilo que de melhor elas têm.
Na fauna e na flora encontramos o alimento, a energia, a cura para os nossos males físicos e espirituais. A força de Oxossi é transformadora, e revigorante, impulsiona os filhos de fé no caminho que eles trilham na terra. Por isso é identificado como o “caçador”, pois a caça nada mais é do que os objetivos dos filhos na vida terrena. Para conseguir a sua caça é preciso planejamento, concentração, disciplina. E tudo isso se atribui a Oxossi. A energia de Oxossi propicia o alimento material e o alimento espiritual na eterna busca da evolução do espírito.
Por isso Oxossi é o Orixá regente das falanges de Caboclos e Caboclas. Essas entidades atuam no terreiro de Umbanda de forma séria, disciplinada e doutrinadora. Oxossi é o despertar da consciência para o aprendizado, seja nos filhos de fé encarnados ou nos espíritos desencarnados na continuidade da sua escala de evolução. Com uma postura forte e vibrante os caboclos manipulam a energia das matas para trabalhar na saúde e no equilíbrio espiritual dos filhos de fé, cortando correntes negativas, se assim os filhos se permitirem.
Saravá a força das Matas! Saravá a força de Oxossi! Saravá toda a corrente de Caboclos!

CCT Cristiano Queiroz

Tupixaba da Seara Espiritualista Falangeiros da Aruanda

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

O Retorno do trabalho


O trabalho mais prazeroso no terreiro de Umbanda é poder proporcionar o mínimo de conforto espiritual para os irmãos. O bem estar de todos é a maior recompensa do médium que labuta na seara umbandista. Está certo que, quando se trabalha na caridade, não se espera recompensa nenhuma.
       Mas existe sim a gratificação natural de ouvir de alguns irmãos que estão se sentindo melhor graças ao trabalho de nossa corrente mediúnica. Isso não é para nos envaidecer, mas nos dá a consciência da importância que o nosso trabalho tem para o irmão que chega ao nosso terreiro em busca de apoio espiritual.
     Não estamos vendendo nenhum tipo de milagre, nem garantindo que os problemas do assistente desaparecerão da noite para o dia. Tudo vai depender do grau de auxílio que o irmão necessita, do quanto ele se empenha na sua fé para receber os benefícios da providência divina, e se ele realmente se faz merecedor.
       Então, trabalhemos para transmitir os fluidos benéficos a todos, sem distinção. E que ele possa realmente chegar a todos, de acordo com a necessidade de cada um. Sabemos que a Umbanda nos dá o caminho para trilhar, mas não vai fornecer a solução como um passe de mágica. É preciso evoluir para receber os benefícios do Astral. Mas toda vez que um assistente sai do terreiro melhor do que aqui chegou, nos dá uma enorme sensação de dever cumprido. É a caridade que se faz na simplicidade da Umbanda, como ela tem que ser.

CCT Cristiano Queiroz
Tupixaba da Seara Espiritualista Falangeiros da Aruanda

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Senhor do Bonfim da união


Hoje em Salvador, na Bahia, acontece uma das mais tradicionais festas do Brasil, e um grande exemplo de sincretismo religioso: a Festa do Senhor do Bonfim.
Segundo a História, a imagem de Nosso Senhor do Bonfim foi trazida para o Brasil por Theodózio Rodrigues de Faria, em 18 de abril de 1745.
O templo para abrigar a imagem começou a ser construído em uma colina da Fazenda Monte-Serrat, na península do Itapagipe, em Salvador. Em 1754, a parte interna da Igreja do Senhor do Bonfim foi finalizada e as imagens transferidas para lá em procissão, onde foi celebrada missa solene. 
A lavagem da Igreja teve início em 1773, quando os integrantes da "irmandade dos devotos leigos" obrigaram os escravos a lavarem a Igreja como parte dos preparativos para a festa do Senhor do Bonfim, no segundo domingo de janeiro, depois do Dia de Reis.
Com o tempo, os escravos, adeptos do candomblé, passaram a identificar o Senhor do Bonfim com Oxalá, e a lavagem da igreja tornou-se uma forma de reverenciar os orixás. As filhas e mães de santo vestiam-se de branco (cor que representa Oxalá), e faziam celebrações ao orixá durante os trabalhos.
Ao perceber que os escravos cultuavam os orixás, a Arquidiocese de Salvador, então, proibiu a lavagem na parte interna do templo e transferiu o ritual para as escadarias e o adro.
Durante a tradicional lavagem as portas da Igreja permanecem fechadas. As baianas despejam água de cheiro, um preparado com ervas, nos degraus e no adro, ao som de toques e cânticos em louvor ao Senhor dos Orixás.
Com o passar dos anos, a festa foi se tornando cada vez mais popular, atraindo devotos tanto do catolicismo quanto do candomblé, e hoje é considerada a segunda maior festa popular da Bahia, perdendo somente para o Carnaval.
Famosa por congregar adeptos do catolicismo e do candomblé - que rendem as homenagens a Oxalá - a festa do Bonfim tem conseguido a cada ano reunir cada vez mais representantes de diferentes religiões.
Até os trios elétricos, que tradicionalmente desfilam nas ruas de Salvador no Carnaval, chegaram a participar da festa, mas a partir de 1998 a circulação dos trios foi proibida, pois estava tirando as características da festa.
Que Pai Oxalá, Nosso Senhor do Bonfim, abençoe todos os filhos de fé!
Epa babá!!!

quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

Atividades de Janeiro

Janeiro
Irradiação - Oxossi


MATRIZ - PIEDADE
Rua Manuel Vitorino, 420 - Piedade

14 (4ª feira) - 20h - Passe e Irradiação
18 (Dom) - 15h - Gira Mensal com Festa de Oxossi
21 (4ª feira) - 20h - Consulta com Caboclos
24 (Sáb) - 15h - Desenvolvimento (Fechado)
                 18h - Povo do Oriente
28 (4ª feira) - 20h - Consulta com Pretos Velhos
31 (Sáb) - 16h - Povo Trabalhador (Exu)


FILIAL - SAMPAIO
Rua Paim Pamplona 240 - Sampaio

10 (Sab) - 15h - Gira de Abertura
12 (2ª feira) - 20h - Passe e Irradiação
19 (2ª feira) - 20h - Consulta com Caboclos
26 (2ª feira) - 20h - Povo Trabalhador (Exu)