INGRID MAIA
“Cheguei na SEFA através do Julio, a muito tempo conversávamos sobre ir em um centro de Umbanda, ele queria conhecer uma casa e recebeu o convite de uma médium e eu fui para acompanha-lo. Lembro que foi na quarta-feira e era uma sessão de mesa de umbanda e depois desse dia passei a ir a todas as giras.
Nesses dois anos e meio de Casa foram tantos momentos marcantes, mas acho que minha iniciação foi muito especial. Foi o momento que me senti parte da grande família SEFA e senti que a partir daquele momento eu tinha que honrar minhas atitudes como médium por mim e pelos meus irmãos de corrente.
Eu sinto que a SEFA é minha segunda família, me sinto acolhida e tenho um carinho enorme por todos os irmãos e guias.
Ser Falangeiro da Aruanda é ser solícito é estar disposto a sempre ajudar o próximo seja um assistente, outro médium ou a comunidade.”
Depoimento anterior: Cristiana Oliveira
Próximo depoimento: Janaína Lima