Sejam Bem-vindos ao Blog da SEFA!

A Seara Espiritualista Falangeiros da Aruanda - SEFA - é uma Organização Religiosa de Umbanda, que traz como base doutrinária a Escola de Caboclo Mirim. Nosso objetivo é seguir os princípios fundamentais da Umbanda e seus ensinamentos na prática da caridade. Nossa Matriz fica no bairro de Piedade, e nossas filiais em Sampaio e Vila Isabel (Rio de Janeiro)

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Atitudes que drenam energia

Por Vera Caballero


1 – Pensamentos obsessivos
Pensar gasta energia, e todos nós sabemos disso. Ficar remoendo um problema cansa mais do que um dia inteiro de trabalho físico. Quem não tem domínio sobre seus pensamentos – mal comum ao homem ocidental, torna-se escravo da mente e acaba gastando a energia que poderia ser convertida em atitudes concretas, além de alimentar ainda mais os conflitos. Não basta estar atento ao volume de pensamentos, é preciso prestar atenção à qualidade deles. Pensamentos positivos, éticos e elevados podem recarregar as energias, enquanto o pessimismo consome energia e atrai mais negatividade para nossas vidas.

2 – Sentimentos tóxicos
Choques emocionais e raiva intensa também esgotam as energias, assim como ressentimentos e mágoas nutridos durante anos seguidos. Não é à toa que muitas pessoas ficam estagnadas e não são prósperas. Isso acontece quando a energia que alimenta o prazer, o sucesso e a felicidade são gastos na manutenção de sentimentos negativos. O Medo e a culpa também gastam energia, e a ansiedade descompassa a vida. Por outro lado, os sentimentos positivos, como a amizade, o amor, a confiança, o desprendimento, a solidariedade, a autoestima, a alegria e o bom humor recarregam as energias e dão força para empreender nossos projetos e superar os obstáculos.

3 – Maus hábitos – Falta de cuidado com o corpo
Descanso, boa alimentação, hábitos saudáveis, exercícios físicos e o lazer são sempre colocados em segundo plano. A rotina corrida e a competitividade fazem com que haja negligência em relação a aspectos básicos para a manutenção da saúde energética.

4 – Fugir do presente
As energias são colocadas onde a atenção é focada. O homem tem a tendência de achar que no passado as coisas eram mais fáceis: “bons tempos aqueles!”, costumam dizer. Tanto os saudosistas, que se apegam às lembranças do passado, quanto àqueles que não conseguem esquecer os traumas, colocam suas energias no passado. Por outro lado, os sonhadores ou as pessoas que vivem esperando pelo futuro, depositando nele sua felicidade e realização, deixam pouca ou nenhuma energia no presente. E é apenas no presente que podemos construir nossas vidas.

5 – Falta de perdão
Perdoar significa soltar ressentimentos, mágoas e culpas. Libertar o que aconteceu e olhar para frente. Quanto mais perdoamos, menos bagagem interior carregamos, gastando menos energia ao alimentar as feridas do passado. Mais do que uma regra religiosa, o perdão é uma atitude inteligente daquele que busca viver bem e quer seus caminhos livres, abertos para a felicidade. Quem não sabe perdoar os outros e si mesmo, fica ”energeticamente obeso”, carregando fardos passados.

6 – Mentira pessoal
Todos mentem ao longo da vida, mas para sustentar as mentiras muita energia é gasta. Somos educados para desempenhar papéis e não para sermos nós mesmos: a mocinha boazinha, o machão, a vítima, a mãe extremosa, o corajoso, o pai enérgico, o mártir e o intelectual. Quando somos nós mesmos, a vida flui e tudo acontece com pouquíssimo esforço.

7 – Viver a vida do outro
Ninguém vive só e, por meio dos relacionamentos interpessoais, evoluímos e nos realizamos, mas é preciso ter noção de limites e saber amadurecer também nossa individualidade. Esse equilíbrio nos resguarda energeticamente e nos recarrega. Quem cuida da vida do outro, sofrendo seus problemas e interferindo mais do que é recomendável, acaba não tendo energia para construir sua própria vida. O único prêmio, nesse caso, é a frustração.

8 – Bagunça e projetos inacabados
A bagunça afeta muito as pessoas, causando confusão mental e emocional. Um truque legal quando a vida anda confusa é arrumar a casa, os armários, gavetas, a bolsa e os documentos, além de fazer uma faxina no que está sujo. À medida que ordenamos e limpamos os objetos, também colocamos em ordem nossa mente e coração. Pode não resolver o problema, mas dá alívio. Não terminar as tarefas é outro “escape” de energia. Todas as vezes que você vê, por exemplo, aquele trabalho que não concluiu, ele lhe “diz” inconscientemente: “você não me terminou! Você não me terminou!” Isso gasta uma energia tremenda. Ou você a termina ou livre-se dela e assuma que não vai concluir o trabalho. O importante é tomar uma atitude. O desenvolvimento do autoconhecimento, da disciplina e da terminação fará com que você não invista em projetos que não serão concluídos e que apenas consumirão seu tempo e energia.

9 – Afastamento da natureza
A natureza, nossa maior fonte de alimento energético, também nos limpa das energias estáticas e desarmoniosas. O homem moderno, que habita e trabalha em locais muitas vezes doentios e desequilibrados, vê-se privado dessa fonte maravilhosa de energia. A competitividade, o individualismo e o estresse das grandes cidades agravam esse quadro e favorecem o vampirismo energético, onde todos sugam e são sugados em suas energias vitais.

10. Preguiça, negligência
E falta de objetivos na vida. Esse item não requer muitas explicações: negligência com a sua vida denota também negligência com seus dons e potenciais e, principalmente, com sua energia vital. Aquilo do que você não cuida alguém vem e leva embora. O resultado: mais preguiça, moleza, sono…

11. Fanatismo
Passa um ventinho: “Ai meu Deus!!!! Tem energia ruim aqui!!!” Alguém olha para você: “Oh! Céus, ela está morrendo de inveja de mim!!!” Enfim, tudo é espírito ruim, tudo é energia do mal, tudo é coisa do outro mundo. Essas pessoas fanáticas e sugestionáveis também adoram seguir “mestres e gurus” e depositar neles a responsabilidade por seu destino e felicidade. É fácil, fácil manipular gente assim e não só em termos de energia, mas também em relação à conta bancária!

12. Falta de aceitação
Pessoas revoltadas com a vida e consigo mesmas, que não aceitam suas vidas como elas são, que rejeitam e fazem pouco caso daquilo que têm. Esses indivíduos vivem em constante conflito e fora do seu eixo. E, por não valorizarem e não tomarem posse dos seus tesouros – porque todos nós temos dádivas – são facilmente ‘roubáveis’.
O importante é aprender a aceitar e agradecer tudo o que temos (não confundir com acomodação). Quando você agradece e aceita fica em estado vibracional tão positivo que a intuição e a criatividade são despertadas. Surgem, então, as possibilidades de transformar a vida para melhor!

Vera Caballero é Professora de Yoga, numeróloga, terapeuta floral, reiki master, massoterapeuta, ministra cursos e palestras sobre Bioenergias.

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Caboclos de Pena e Caboclos de Couro


Em nossa Casa, na Gira de Caboclos, há uma divisão na saudação aos Caboclos: saudamos os Caboclos de Pena (aqueles que identificamos com a roupagem fluídica da imagem dos ancestrais indígenas) e os Caboclos de Couro (os chamados Boiadeiros). Mas qual a diferença entre essas duas entidades?
O texto abaixo foi extraído do site “Povo de Aruanda”:

CABOCLOS DE PENA E DE COURO

Falar de Caboclos é uma tarefa bastante agradável, ainda que extensa e difícil, pois existem tantos que seria uma grande leviandade, declararmos conhecer a todos. Inicialmente é importante conhecermos uma diferenciação que se faz entre eles. Os Caboclos de Pena e os de Couro. Os Caboclos de Pena são todos aqueles que se apresentam pela representação da imagem do Índio. Já os Caboclos de Couro são os Boiadeiros. Ainda tem os Caboclinhos, que são índios meninos, muito comuns no Nordeste do Brasil.

Muito se fala a respeito de que tipo de espíritos poderia ser os Caboclos, Pretos-Velhos, etc… Seriam mesmo índios? Ou em relação aos Pretos-Velhos, seriam somente negros ou escravos?
O trabalho da caridade espiritual é muito grande e não caberia somente a esta ou aquela qualidade de espíritos praticá-la. Se nas falanges de Caboclos ou em outra qualquer, não se manifestarem somente espíritos daquela classe, isso não muda em nada sua força. E qualquer espírito que se aproxime ou que lhe seja determinado trabalhar naquela determinada linha vibracional, às características da falange deverá se amoldar.

Isso se aplica a qualquer qualidade de espírito. Até mesmo aqueles que em suas vidas pretéritas tenham convivido em camadas sociais diversas, podem depois de desencarnados trabalharem em qualquer falange, mas para isso moldam-se a ela utilizando-se da roupagem característica dela.


O que quero dizer é que não é impossível a outros espíritos que viveram em outras classes sociais, aproximarem-se, por afinidade ou determinação superior, às características de um Caboclo de Pena (apresentando-se como ancestral indígena) ou de um Caboclo de Couro (apresentando-se como um Carreiro de Boi), assim como, a perseguir a elevação espiritual, dentro daquelas características. A evolução de cada entidade se dá mais pelo trabalho que pratica, pelo bem que alcança e dirige a quem necessita, do que pela maneira como se manifesta, fala ou se veste.

Assim sendo é muito mais importante nos aproximarmos da figura que a entidade nos proporciona, do que ficarmos procurando uma maneira de investigar e determinar o que não nos é devido.

Os Caboclos, embora associado a Oxossi, Orixá da caça, que na Umbanda é louvado como rei das Matas, estão sempre ligados a um determinado Orixá e mantém suas características, de alguma forma ligada a esse Orixá. Por isso, podemos ter Caboclos de Oxossi, de Ogum, de Xangô, de Iemanjá, de Oxum, etc.

Os Caboclos de couro – Boiadeiros – se apresentam na roupagem fluídica do sertanejo, aquele que está mais ligado à terra. Em algumas partes do país os Boiadeiros também são conhecidos como “Encantados” por alguns segmentos e fora da Umbanda. Eles não teriam morrido para se espiritualizarem, teriam sido encantados e se transformados em entidades especiais. Em outros estados brasileiros eles são cultuados como “Baianos”, mantendo quase a mesma característica de trabalho.

Os Caboclos de Pena são exímios na arte de curar e na limpeza espiritual, são profundos conhecedores das ervas medicinais e de suas propriedades espirituais, assim como suas propriedades terapêuticas para o tratamento de muitos males. São grandes passistas, quando seus médiuns se preparam para este tipo de trabalho.


As características dos Caboclos de Couro são bastante diferentes, mas que não modificam suas intenções na prática do bem e da caridade. Os Boiadeiros também apresentam diversidades de manifestações. Boiadeiro menino, Boiadeiro da Campina, Boiadeiro Bugre, Boiadeiro do Sertão e muitos outros tipos.

São, porém, grandes trabalhadores e defendem a todos das influências negativas com muita garra e força espiritual. Possuem enorme poder espiritual e grande autoridade sobre os espíritos menos evoluídos, sendo tais espíritos subjugados por eles com muita facilidade.

Assim se manifestam os Caboclos, onde quer que sejam chamados. Em algumas casas, principalmente no Nordeste, os Caboclos de Couro são mais reverenciados e chegam a chefiar terreiros. Já no Sudeste, com a influência maior do Caboclo das Sete Encruzilhadas, os Caboclos de Pena são os Chefes de Terreiro. O trabalho dessas entidades vai variar de acordo com a doutrina de cada terreiro. Em alguns, eles são festeiros, bebem e fumam. Outros não lhes permitem fumar ou beber e se mesmo assim, humildemente, aceitam as condições da Casa é por que é maior o desejo da caridade.

Isso não diminui nem seus trabalhos nem a capacidade da casa, muito menos deprecia tal doutrina. No entanto é muito importante que os respeitemos da maneira que se apresentem, sempre orientando os médiuns a trabalharem de acordo com os desígnios de cada casa.

 Autor desconhecido




Durante as reuniões dos grupos de estudos na SEFA, surgiram algumas perguntas acerca do assunto. As orientações abaixo foram transmitidas pelo nosso Guia Chefe, Caboclo Sete Estrelas:
  
1.      O espírito que se apresenta como Boiadeiro foi ou é um Exu que se encontra em uma etapa transitória para evoluir a condição de Caboclo?

Sete Estrelas: Todos os espíritos se dividem hierarquicamente, entendem e respeitam essa hierarquia. Alguns espíritos que se apresentam como Caboclo de Couro são falangeiros contemplados da Linha de Povo Trabalhador, que alcançaram um novo estágio de trabalho espiritual. Outros podem ser espíritos provenientes de outras frentes de trabalho que, ao atuarem na esfera umbandista, se identificam com esta linha de trabalho. Mas é importante ressaltar que o Caboclo de Couro tem a função de auxiliar os trabalhos, conduzindo toda a energia adversa ou ainda orientando espíritos menos evoluídos. Um trabalho bem próximo ao da falange de Exus e Guardiões.

  1. Existe a possibilidade de um médium trabalhar com seu Boiadeiro na Casa, confirmando nome e ponto?
Sete Estrelas: Toda e qualquer entidade pode confirmar o seu nome e o seu ponto riscado, seguindo sempre o que determina a doutrina trazida pela Cúpula Espiritual da Casa.

  1. Existe alguma “restrição” por parte do Comando Espiritual quanto ao trabalho de Boiadeiros na Gira de Caboclos?
Sete Estrelas: Todo médium tem um Caboclo de Pena e um Caboclo de Couro. Em nossa casa a chefia será sempre dos Caboclos de Pena, estando sempre os Boiadeiros auxiliando nos trabalhos.

  1. Sinto mais a força do meu Boiadeiro do que meu Caboclo, mesmo quando estão chamando os Caboclos de Pena. O que devo fazer?
Sete Estrelas: Primeiramente, o médium que está em desenvolvimento deverá sentir essa energia, não havendo preocupação em saber se é Caboclo ou Boiadeiro. E há ainda o Caboclo Boiadeiro (que é um Caboclo de Pena). Mas o primeiro momento é de conhecimento da sua mediunidade, da forma que ela se manifesta em seu aparelho. Muitos sentem a energia de Boiadeiro “mais forte”, respondendo em seu aparelho mediúnico de forma mais ostensiva, já a energia do Caboclo de Pena mais sublime, mais branda. Isso faz com que o médium pense que seu Boiadeiro “é mais forte”, e confie mais no seu Caboclo de Couro. Com orientação, aos poucos, ele vai buscando afinizar-se também com seu Caboclo de Pena, sentindo que há diferença entre essas duas entidades, e permitindo que o seu Caboclo atue mais. A espiritualidade entende a hierarquia. Com orientação, aos poucos, os médiuns vão entendendo também. Quanto mais o filho de fé se afiniza com seu guia, mais ele confia e mais ele permite que a entidade trabalhe consigo. 

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Consciência Negra (Branca, Índia, Mestiça...)


Como imaginar a Umbanda sem a grande contribuição das raízes africanas, através dos Orixás, forças maiores representadas diretamente pelos elementos da natureza, que cultuamos em nossas giras? Como imaginar um terreiro sem a presença dos espíritos ancestrais, que se manifestam na figura de um Preto Velho, e nos traz a sua palavra amiga e a sua experiência, muitas vezes ligada aos sofridos tempos do cativeiro?

A influência dos elementos africanos está presentes, não só na Umbanda, mas na construção da nossa sociedade. A contribuição dos negros na cultura brasileira é riquíssima. Está na culinária, na música, ou até mesmo influenciando na própria língua portuguesa.

Os negros sempre simbolizaram para o povo brasileiro a força, a determinação e a resistência na luta pela defesa da sua cultura e na conquista da liberdade. Muitos dedicaram a própria vida a esses ideais.

Consciência - A lei 10.639 de 9 de janeiro de 2003 incluiu no calendário escolar a data da morte de Zumbi dos Palmares como feriado em homenagem aquele que representa a luta pela liberdade e contra o preconceito racial no Brasil. A data ficou conhecida como Dia Nacional da Consciência Negra.

A SEFA vibra por todos os irmãos, independente de etnia, credo, condição social, e trabalhamos pela consciência de todos os filhos de fé, para o progresso espiritual de cada um.

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Críticas X Elogios


Da mesma forma que você aprende a não dar valor às críticas negativas, não se torne vulnerável aos elogios.

Tenha equanimidade entre ambos. Permaneça estável no assento do seu auto-respeito, para que sua vida não seja conduzida sob a influência dos outros. 

Por isso, mesmo que o mundo todo fique raivoso com você, seja um oceano de amor constante e fique além das turbulências à sua volta.

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

105 anos da Umbanda


Em 15 de novembro todos os irmãos umbandistas estarão soprando velinhas juntos. Esta data é muito importante no calendário dos terreiros, pois trata-se do aniversário de fundação da nossa religião,
que completa 105 anos.
Todos os irmãos umbandistas se unem para celebrar mais um aniversário, rendendo homenagens aos guias de Umbanda, em especial ao Caboclo das Sete Encruzilhadas, fundador da religião em nosso plano, e a todos os dirigentes e colaboradores que contribuíram para a disseminação e o crescimento da Umbanda.

Fundação - Tudo aconteceu em 1908, quando o jovem Zélio Fernandino de Moraes foi levado à Federação Espírita de Niterói, no estado do Rio de Janeiro. O rapaz passava por uma série de manifestações estranhas, tendo sofrido inclusive uma parilisia e depois se curado da doença, sem qualquer explicação dos médicos.
Levado por um amigo da família à reunião kardecista, Zélio foi convidado pelo dirigente para sentar-se à mesa. Foi quando manifestou-se o espírito que se identificou como Caboclo das Sete Encruzilhadas, anunciando a formação de uma nova religião, e aquela data, 15 de novembro, ficou conhecida como o dia nacional de fundação da Umbanda.
Parabéns para a nossa religião, que é reconhecida como genuinamente brasileira, e que prega o amor e a caridade.

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Mensagem de Vovó Catarina


Meus filhos, quanta alegria no coração de velha, vendo cada um de vocês aqui reunidos em favor do próximo, esquecendo dos próprios problemas.

Que a paz de Nosso senhor Jesus Cristo esteja presente nesta casa.
A luz de cada um aqui presente, irradia e cura os espíritos que aqui estão em busca de ajuda e força.

Filhos, não deixem essa luz se apagar, mesmo nos momentos difíceis que chegam. Nesses momentos difíceis que os filhos passam, são para que fiquem fortes e na próxima tempestade os filhos possam passar com mais firmeza e fé.

Que Oxalá abençoe todos vocês.

Vovó Catarina

Mensagem psicografada pela médium SCT Cristiana Oliveira, em 30/10/2013

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Atividades de Novembro



ATIVIDADES DE NOVEMBRO - 2013

IRRADIAÇÃO – IOFÁ

Dia 02 (Sábado) – 16h: Desenvolvimento (somente para os médiuns)
Dia 06 (Quarta-feira) – 20h: Passe e Irradiação (com Pretos Velhos)
Dia 09 (Sábado) – 16h: Gira de Ciganos e Povo do Oriente
Dia 13 (Quarta-feira) – 20h: Consulta com Pretos Velhos
Dia 17 (Domingo) – 15h: GIRA MENSAL 
Dia 20 (Quarta-feira) – 20h: Consulta com Caboclos
Dia 23 (Sábado) – 16h: Gira de Caboclos e Boiadeiros
Dia 27 (Quarta-feira) – 20h: Mesa de Umbanda
Dia 30 (Sábado) – 16h: Gira de Povo Trabalhador (Exu)

Solicitamos aos irmãos que tragam 1kg de alimento não perecível para ajudar o nosso trabalho de Ação Social.

Os portões serão abertos para o público sempre 30 minutos antes do início de cada Sessão ou Gira.

Informações:

Telefone: 3908-8185 (Caso não atenda, deixe recado na caixa postal com telefone para retorno)

E-mail: falangeirosdaaruanda@yahoo.com.br