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A Seara Espiritualista Falangeiros da Aruanda - SEFA - é uma Organização Religiosa de Umbanda, que traz como base doutrinária a Escola de Caboclo Mirim. Nosso objetivo é seguir os princípios fundamentais da Umbanda e seus ensinamentos na prática da caridade. Nossa Matriz fica no bairro de Piedade, e nossas filiais em Sampaio e Vila Isabel (Rio de Janeiro)

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

O Poder da palavra


São muitos os irmãos que chegam a um terreiro de Umbanda em busca de uma orientação, na maioria das vezes, em forma de consulta com alguma das entidades. O que se explica é que os irmãos precisam estar atentos àquilo que eles precisam ouvir, e nem sempre é o que eles querem ouvir.
     Aos médiuns, nossos mentores espirituais sempre alertam também para o cuidado com tudo que deve ser dito. Afinal, somos médiuns conscientes ou semiconscientes. Isso porque muitos médiuns ainda não atentaram para o poder que a palavra tem, seja ela falada ou escrita.
      A palavra pode agregar ou separar, fortalecer ou enfraquecer, pode ser doce ou amarga. E isso não depende da palavra a ser dita ou escrita. Depende do que o orador ou escritor carrega consigo ao colocar determinada palavra.
    Certa vez ouvi dizer que a palavra não é independente. E é verdade. A palavra sempre vai depender das cargas emocionais que colocamos no momento em que a dissemos ou escrevemos. Logo a mesma palavra pode externar um sentimento de amor, de admiração, de fraternidade e respeito; mas se mudarmos a nossa carga emocional (e consequentemente nosso padrão vibratório) essa mesma palavra pode vir cheia de raiva, de rancor, de ciúme, de inveja. E o que vai ficar impresso não é a palavra, mas a carga emocional que foi carregada nela quando dita ou escrita.
      Então por que usamos a palavra sempre para expressar nossas insatisfações, ou para apontar o erro dos outros? Quando estamos satisfeitos, poucas vezes agradecemos ou elogiamos alguém. É fato. Os filhos de fé estão acostumados a olhar o mundo apenas pelo seu ponto de vista, mas se esquecem que a nossa visão física é extremamente limitada.
   A palavra deve ser o resultado de um equilíbrio entre pensamento e sentimento, antes de ser escrita o falada. Mas nem sempre fazemos esse exercício. E o resultado disso recairá sobre nós mesmos. O filho que reclama de tudo, esbraveja sem pensar, vai criando um casulo de energias densas e negativas no qual ele mesmo vai se recolher. E o pior, só vai atrair para si outros irmãos que estejam no mesmo padrão vibratório, seja encarnado ou desencarnado.
       Portanto, antes de falar ou escrever algo para alguém, ou sobre alguém, pense e repense quantas vezes forem necessárias. Pois suas palavras podem quebrar um vaso que não mais se consertará. E quando chegarem a um terreiro de Umbanda, venham sempre em busca de boas vibrações, para que, a cada palavra dita, essas vibrações ecoem por toda a corrente. Isso trará um bem estar para todos os irmãos.
                Amor – essa é a palavra da salvação.

CCT Cristiano Queiroz

Tupixaba da Seara Espiritualista Falangeiros da Aruanda


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